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Saiba mais sobre esses dois conceitos e como a tecnologia pode ser aliada de cada um deles

Para traçar ações de venda eficientes, é preciso definir o público-alvo de forma precisa e clara, sobretudo no cenário atual em que os hábitos de compra dos consumidores estão em constante transformação, criando novos perfis de públicos e canais de venda.  

Diferentes canais de venda requerem diferentes estratégias, e, portanto, é essencial haver uma análise crítica do mercado e suas movimentações a fim de definir o melhor caminho a seguir, considerando as singularidades de cada um.

Confira abaixo um pouco mais sobre os conceitos de sell-in e sell-out, e seus impactos no processo de venda.

Afinal, o que é sell-in e sell-out?

O sell-in representa as vendas realizadas para os canais de distribuição da empresa. Ou seja, o produto é fornecido para um intermediário, que fará a venda para o consumidor final. Esta modalidade é também popularmente conhecida como B2B (Business to Business).

No geral, essa prática envolve cargas com grandes volumes de mercadoria, o que acarreta algumas particularidades como, por exemplo, na logística e transporte, que tendem a ser mais desafiadores.

Além disso, o sell-in implica no relacionamento com outras organizações além dos fornecedores, e requer uma relação comercial saudável com os parceiros.

O ideal é que haja uma troca constante com os parceiros, alinhando estratégias baseadas em dados, levando em consideração fatores como demanda, giro do produto, estoque, entre outros.

Já o sell-out representa as vendas feitas direto para o consumidor final, sem intermediários. Esta relação é conhecida também como B2C (Business to Consumer).

Neste caso, as vendas costumam ser menores, com cargas mais fracionadas, demandando atenção extra no planejamento de distribuição.

Independente do canal, é preciso uma boa gestão de toda a cadeia de suprimentos, otimizando e elevando a experiência do comprador.

Ações vinculadas

O bom planejamento do sell-in é essencial, mas, quem dita as regras no final é o sell-out. Isso porque, o giro dos produtos no PDV (ponto de venda) impacta diretamente no sell-in.

Até porque, de nada adianta uma venda de sell-in bem-sucedida, se os produtos ficarem parados nas gôndolas do estabelecimento, não é mesmo?

Por isso, é preciso que a equipe de Revenue Management esteja em constante contato com o shopper, alinhando estratégias que vão desde políticas de incentivo para o time de vendas até promoções e ativações no PDV.

Tecnologia: uma aliada para as vendas

A tecnologia pode ser verdadeira aliada nesse processo. Através de soluções como a plataforma de TPM (Trade Promotion Management), por exemplo, é possível gerenciar as verbas comerciais, alocando-as de forma assertiva para o cliente e marcas corretos.

Além disso, a plataforma oferece algumas funcionalidades que trazem maior controle, permitindo acompanhamento das ações comerciais em tempo real. Isso permite um reajuste de rotas imediato, minimizando erros e aumentando a rentabilidade.

“No Brasil, a gestão de verbas comerciais ainda é predominantemente manual, tornando-a passível de erros e aumentando os riscos. O mercado de TPM se apresenta como uma excelente oportunidade de automatizar todas as etapas do processo de gestão de verbas comerciais – que vai desde o planejamento orçamentário até a execução e a comprovação de ações comerciais – e metrificar a cadeia de verba comercial assim como a internet faz com a publicidade, explica Thomaz Camanho, fundador e CEO da Arker.

Quer saber mais? Então clique aqui e entre em contato conosco!

Sobre a Arker

A Arker, recém adquirida pela Neogrid, é uma empresa brasileira de tecnologia, pioneira no mercado nacional de Trade Promotion Management (TPM). Especializada em oferecer soluções tecnológicas para controle, visibilidade e assertividade na gestão de verbas comerciais e contratos, utiliza ferramentas que abarcam desde o planejamento orçamentário até a execução e a comprovação de ações comerciais por meio de reconhecimento de imagem.

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