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Um dos setores mais impactados pela pandemia da Covid-19, o mercado varejista brasileiro – que chegou a registrar o fechamento de 75 mil lojas no País em 2020 de acordo com a CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) –, aos poucos, vem abrindo as portas para retomada.

Segundo dados do IBGE, o setor já acumula crescimento de 6,7% no primeiro semestre de 2021. Além disso, graças a esse reaquecimento, em junho deste ano somente o segmento de Serviços e Comércio respondeu por 57,7% dos empregos gerados. O que, em números absolutos, representa mais de 178 mil vagas abertas no mercado de trabalho brasileiro.

Agora as boas-novas não param por aí. Isso porque diante do avanço da vacinação e do retorno gradual das atividades econômicas com o afrouxamento das medidas restritivas, a expectativa para o segundo semestre do ano, marcado por comemorações como Dia das Crianças, Black Friday e Natal, é ainda mais animadora. E não só para o Varejo Físico, como para toda cadeia de suprimentos. Mas, claro, de um jeito diferente.

Os impactos da transformação digital

Com o crescimento das compras pela internet, que de acordo com pesquisa da Neotrust teve um aumento de 57,4% no primeiro trimestre de 2021 na comparação com o mesmo período do ano passado, a transformação digital das empresas de Varejo também tem despontado como uma tendência que veio para ficar.

Sendo assim, a retomada do setor promete ressignificar o iminente obsoletismo das lojas físicas através de um atendimento omnichannel, ou seja, por meio de diferentes canais que integrem experiências digitais e físicas, com o intuito de aperfeiçoar a experiência do cliente ou consumidor final.

No caso das Indústrias que investem em verbas comerciais no Varejo, por exemplo, o mercado de TPM se apresenta como uma excelente oportunidade de automatizar todas as etapas do processo de gestão de verbas comerciais – que vai desde o planejamento orçamentário até a execução e a comprovação de ações comerciais – e metrificar a cadeia de verba comercial assim como a internet faz com a publicidade.

De olho no mercado varejista

A implementação de uma plataforma de gestão de verbas possibilita automatizar a gestão e o controle das verbas comerciais das empresas, digitalizando a operação para que as equipes Comerciais e de Vendas ganhem tempo e efetividade em suas ações estratégicas.

 “Ao buscar um equilíbrio entre volume e preço, percebemos que muitas das empresas possuem um bom controle de pagamento, mas não apresentam uma visão estratégica para responder à pergunta: estamos alocando a verba comercial no cliente certo e na marca certa? Para oferecer uma resposta, a utilização de uma plataforma de Trade Promotion Management (TPM) é crucial, uma vez que ela oferece algumas funcionalidades que trazem maior controle e, como consequência, maior rentabilidade. Conseguimos trazer visibilidade em tempo real para que os times de Revenue Management e Comercial consigam tomar decisões estratégicas semanalmente, deixando de olhar pelo retrovisor apenas quando já se passou um mês inteiro de ações, por exemplo”, explica Thomaz Camanho, CEO e fundador da Arker.

Sobre a Arker

Fundada em 2019, a Arker é uma empresa brasileira de tecnologia, pioneira no mercado nacional de Trade Promotion Management (TPM). Especializada em oferecer soluções tecnológicas que ajudam outras empresas a automatizarem a gestão de suas verbas comerciais, a Arker dispõe de ferramentas que abarcam desde o planejamento orçamentário até a execução e a comprovação de ações comerciais por meio de reconhecimento de imagem.

Com atuação em diversos países da América Latina, como Argentina, México, Guatemala, Colômbia e Peru, a empresa conta em seu portfólio de clientes com empresas de referência no mercado, como Grupo Bimbo, Genomma Lab, M. Dias Branco, Ontex e Pepsico.

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